Parque Nacional da Chapada
Diamantina
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Utilize este roteiro como fonte de inspiração mas não como única fonte de informação. Existem lugares na Terra onde a natureza foi tão caprichosa que é difícil acreditar que realmente existem... A Chapada Diamantina é um desses lugares. Um oásis no meio da caatinga, com tanta água quanto o necessário para a vida aflorar em abundância. Apesar de ser um parque nacional, não funciona, ainda, como um deles, ou seja, não tem guarita, não se paga entrada e o que se tem para visitar é muito mais do que os próprios domínios do parque – mas paga-se entrada ou taxa em vários desses lugares! As distâncias são longas mas valem a pena. E o lugar está muito bem estruturado para o visitante inexperiente. Portanto, se você tem um pouco mais de experiência, irá estranhar este assédio constante de tantas agências para um lugar tão pequeno como Lençóis, charmosa vila colonial, porta de entrada da Chapada Diamantina, na Bahia. Talvez seja aqui que se encontre a maior concentração de estrangeiros visitando nosso País. E é também aqui que você vai encontrar um dos melhores cafés da manhã do planeta... Dizem que os hotéis e pousadas competem neste quesito e quem sai ganhando? Nós, é claro! Como o próprio nome diz, esta região já foi importante centro do garimpo de diamantes e de ouro, há muito abandonados. A região que compreende a Chapada é muito extensa e trataremos, basicamente, da Serra do Sincorá e de vilas vizinhas como Andaraí, Lençóis, Mucugê e Palmeiras. Alguns lugares são clássicos e dispensam apresentação. Outros, só os iniciados ouvem falar e acabam demandando um pouco mais de tempo para se conhecer.Talvez precise de muito mais do que um ano para arranhar as belezas da Chapada, até porque alguns passeios têm datas certas e épocas do ano propícias para realizá-los. Alguns ‘forasteiros' acabaram se apaixonando de tal forma que ficaram lá para sempre. Este pode até não ser o seu caso mas, com certeza, você trará boas e fascinantes lembranças desta natureza tão caprichosa e delicada da Chapada Diamantina. Lençóis – ponto de partida mais tradicional da Chapada, é tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Charmosa vila colonial cortada por um rio, cheia de pousadas e hotéis, restaurantes típicos, artesanato, lojas transadas e muito agito, principalmente à noite, quando os grupos voltam dos passeios diários. Sucos de frutas típicas do nordeste são fáceis de encontrar, além de refeições naturais, acarajé (não esqueça! Estamos na Bahia...) e comidas locais (não deixe de experimentar cactus, ou palma, como é chamada por lá), tudo bastante acessível ($). Algumas caminhadas saem do centro da cidade e é altamente recomendável um banho nas piscinas naturais do Serrano , local onde se originou a cidade e era um antigo garimpo. As rochas coloridas do conglomerado foram gastas pela ação da água formando um leito que mais parece mármore. É um local ideal para o banho no final do dia. Vá até o final da rua Altina Alves, passando ao lado do Hotel Portal de Lençóis, e siga o caminho para o Serrano. São cerca de 15 min. de caminhada do centro da cidade. Um pouco acima do Serrano, a cerca de 10 ou 15 min. de caminhada, chega-se ao Salão de Areias Coloridas, onde os artesãos locais recolhem mais de 30 cores diferentes de areia para fazer suas garrafas coloridas. Quer continuar se aventurando rio Lençóis acima? Pois vá até a Cachoeirinha , o Poço Halley e a Cachoeira Primavera (a mais distante de todas, cerca de 20 min. acima da Cachoeirinha). Se você é muito bom em orientação e tem experiência em trilhas, siga sozinho mas prepare-se para não obter respostas em alguns pontos das trilhas (os guias não gostam muito de ver grupos desacompanhados!). As trilhas estão sinalizadas e um olhar experiente saberá encontrá-las. Caso não se sinta à vontade, contrate um dos muito meninos-guias que ficam pela cidade. Aliás, existe até uma associação de guias de Lençóis e isso não será problema! Cachoeira
do Sossego – situada a 7 km do centro de Lençóis,
oferece um banho maravilhoso no rio do Ribeirão e é linda.
Sugerimos que seja feita em conjunto com Ribeirão do Meio e de
Baixo, conhecendo e aproveitando todo este setor em um dia. Apesar de
fácil para quem está acostumado a caminhar por trilhas,
o final é bem traiçoeiro e acabamos nos perdendo, se metendo
em uma descida vertiginosa sem fim... Portanto, muito cuidado! A dica
é: quando a trilha atravessa o leito do rio e você passa
da margem esquerda para a direita, siga beirando o rio, não subindo
a trilha do outro lado em hipótese alguma (uma trilha usada para
garimpo te levará para cima do canion e ela é bem mais
óbvia que o leito do rio, onde o caminho é um sucessivo
pular pedras). A volta também é delicada e alguns trechos
podem confundi-lo. Se optar por fazer este passeio no fim do dia, volte
ainda com luz. O caminho começa perto do ‘camping' e da
igreja do Rosário, na rua dos Negros. Cruza-se o córrego
do Lava-Pé, onde os garimpeiros se banhavam antes de entrar na
cidade, e sobe-se uma ladeira. Uns 200m depois do fim da ladeira existe
uma área de estacionamento e uma placa indicando o Ribeirão
do Meio, à esquerda, e outra à direita indicando o Sossego.
A trilha seguirá paralela à do Ribeirão do Meio
por um bom tempo, mas logo começará a subir bastante.
Quando chegar no leito do rio Ribeirão, é hora de pular
de pedra em pedra. Por isso, vá com calçado apropriado
e muito cuidado, pois as pedras molhadas são escorregadias e
perigosas. Quase chegando na cachoeira, você atravessará
um canion alto e estreito, fazendo uma curva. O poço e a cachoeira
são perfeitos para banho... Uma observação final:
se chover forte, há sério risco de ‘cabeça
d'água'. Não insista em continuar o passeio. Volte com
calma, mas volte. O mesmo acontece se você decidir fazer a caminhada
depois de uma chuva forte – certifique-se que o rio oferece condições
de ser trilhado... Tempo estimado: três horas apenas de ida. Ribeirão de Baixo – aproveite o Ribeirão do Meio até quase o sol se pôr e, na volta a Lençóis, desça o rio até o encontro com o rio São José, ou Ribeirão de Baixo, a apenas um quilômetro dali. Você terá de passar por uma parede de um pequeno canion ou nadar por um trecho curto perto da desembocadura do rio. Portanto, não leve crianças nem coisas que não possam molhar. E, é claro, não é indicado fazer com tempo chuvoso. Chegando no poço, pegue uma trilha na margem direita, que te levará até uma estrada usada pelos garimpeiros, a 3 km de Lençóis, que está à sua esquerda. Gruta do Lapão – é a maior gruta de quartzito do Brasil. Esta rocha é extremamente dura e densa, sendo muito resistente à erosão da água. Por isso, normalmente as grutas de quartzito são bem menores que as calcárias. Está a cerca de 1h40 de Lençóis e a trilha começa próxima ao cemitério, subindo a serra do Lapão. Aqui é sugerido um guia, já que é muito fácil se perder dentro da gruta. Leve lanterna para cada integrante do grupo, com pilhas extras e ao menos uma lanterna reserva, esteja com calçados apropriados e não leve crianças ou pessoas despreparadas, pois o desnível é considerável. O tempo mínimo sugerido para explorar a gruta, atravessando-a em toda a sua extensão, é de quatro horas. Saia cedo, para não subir a serra no calor do meio-dia. A saída da gruta é espetacular, com cerca de 40 metros de vão livre, onde é possível fazer rapel. Você pode voltar pelo caminho que chegou ou descer o rio do Lapão, que é a opção mais interessante – peça ao seu guia para levá-lo por aqui. Mucujezinho – o rio passa muito perto da BR 242, no quilômetro 225. Esta é a porta de entrada para este simpático e próximo balneário. O nome vem de uma fruta nativa, mucugê, e é o primeiro rio de águas perenes para quem chega das regiões mais secas, a oeste da Serra do Sincorá. Ele nasce perto do Morrão, dentro do parque nacional, recebendo água de muitas serras da região. Por isso, corre sempre forte e frio. Por ser de tão fácil acesso, acaba enchendo muito nos finais de semana. Ainda assim, é uma ótima opção para banhos. O Poço do Diabo está a apenas dez ou quinze minutos (1km) do carro, por uma trilha bem marcada que acompanha o leito do rio. As agências oferecem rapel e tirolesa neste poço. Cachoeira da Fumaça – o começo desta caminhada está na vila de Capão Grande (ou Caeté-Açú). Um pouco antes de chegar na vila, existem umas poucas casas e vendas, com uma placa indicando o caminho da cachoeira. A trilha é bem marcada e, normalmente, está bem conservada. Não é necessário ter guias, se você já está acostumado a andar em trilhas, mas pode ser aconselhável, pois o caminho é distante de Lençóis e as empresas de turismo ecológico acabam fechando um pacote com o transporte, que é fundamental, e o guia. O caminho segue a encosta da Serra Larga, com o Morrão à esquerda (norte) e o vale do Capão à direita (sul) de quem sobe. Esta subida demora cerca de uma hora e, ao passar um curral de pedra, atinge-se a planície dos gerais . Após cerca de 250 metros do curral, passa-se uma laje de pedra e, depois, a trilha inclina-se um pouco para a direita. Preste bastante atenção neste trecho para não errar! Se não for época de seca, a vista da cachoeira e do vale do rio Capivara é ainda mais espetacular... Não jogue nada (pedra etc) lá embaixo, pois sempre há pessoas visitando-a. O nome da cachoeira vem do fato dela cair de uma altura tão grande (340 m) que a água se espalha como uma névoa bem fininha, muito antes de tocar o chão. O vento faz o resto, ‘trazendo' a água de volta e dando a impressão de ser fumaça... Morro do
Pai Inácio – é um dos cartões postais da
cidade e, apesar de super turístico e fácil de chegar
em seu cume, é um passeio clássico e imperdível:
ver o pôr do sol lá de cima – se bem que, hoje, este
passeio está em vias de extinção, pois não
é permitido subir após às 17 hs e, portanto, estar
ali pouco antes do pôr do sol. Ele está localizado no km
231 da BR-242 e o acesso é feito por carro até quase o
topo, por uma estrada de terra que leva a uma torre. Há um pequeno
estacionamento e, a partir daí, é necessário o
acompanhamento de um guia credenciado (das agências locais) ou
de um monitor. Os monitores fazem plantão desde cedo até
às 17 hs e não cobram nada pelo acompanhamento. Leva-se
de 20 a 30 minutos para subir o caminho íngreme mas muito fácil.
O cume está a 1.150 m. e a vista é deslumbrante. Pode-se
ver boa parte da Serra do Sincorá, com o Morrão dominando
um lado da vista e o Morro do Camelo no outro. Peça ao guia que
conte um pouco de histórias e mostre a flora local – eles
estão bem treinados e sabem bastante. Poço Encantado – como o nome diz... Este é um daqueles lugares mágicos que você só acredita vendo... Ou, talvez, nem vendo... Uma lagoa de águas cristalinas dentro de uma gruta. Seria apenas isso, não fosse a cor de um azul tão intenso que parece saído de uma cartela de tintas. A melhor época para visitá-lo é junho e julho, podendo se estender de abril a agosto, quando o sol entra na boca da gruta e ilumina com um feixe de luz a água cristalina. Entre junho e julho a luz entra das 9:30hs até 14hs, sendo de 11 até meio-dia o horário mais indicado. Ele está a 44 km a sudeste de Andaraí. Siga a estrada para Mucugê (BA-142). Após 20 km, na estrada para Itaité existe uma placa indicando Poço Encantado. Siga mais ou menos 17 km e, no lado direito, uma placa indica a gruta. A estrada é toda asfaltada até a entrada do Poço, que é tombado pelo Ibama e tem o acesso controlado pelo ‘Miguel do Poço Encantado', guia e guardião – paga-se a presença do guia/entrada. Ninguém entra sem um guia e, para se chegar lá, desce-se uma escadaria até a boca da gruta e, depois, um caminho íngreme mas protegido com corrimão de corda até o local ideal para apreciá-lo. São 90 metros de descida. Apesar de ser um rio subterrâneo, a água está quase parada e, por isso, não é permitido o banho no local, para não poluir. Os guias conhecem muito da história local e, provavelmente, contarão boa parte dela, inclusive porque temos a visão do azul intenso, mesmo sendo a água transparente e não azulada. Aproveite cada segundo aqui dentro e leve máquinas manuais com tripés, pois a pouca luz não permite fotografar com máquinas automáticas. É um dos cartões postais da Chapada Diamantina e um dos lugares mais lindos da região. Poço Azul – apesar do nome, seu azul é bem menos intenso que o Poço Encantado. Como o rio corre bem mais rápido, é permitido o banho em suas águas límpidas. Também aqui existe a incidência dos raios solares pela boca da gruta, acentuado no mês de agosto. É necessário um guia para visitá-lo (eles estão de prontidão na entrada da gruta) e o acesso se dá por estrada de terra, dentro de fazendas. É comum visitá-lo depois do Poço Encantado, por estarem relativamente próximos. O Poço Azul ficou conhecido quando um mergulhador tirou uma ossada quase intacta de uma preguiça gigante (Megatério), de aproximadamente dez mil anos. Se você tiver uma máscara de mergulho, leve. Se não, é possível alugar com os guias. A água é tão transparente que impressiona... Marimbus – o pantanal da Chapada, formado na confluência dos rios Santo Antônio e Utinga, na borda leste da Chapada, se estendendo até perto da cidade de Andaraí. Os passeios são feitos de canoas, pois não é permitido barco a motor, e pode-se encontrar jacarés e capivaras, além de vários tipos de peixes e a típica taboa, planta aquática. Precisa de guias e pode-se fazer passeios curtos, de poucas horas, ou mesmo dias, quando o barqueiro pesca na hora o almoço e o jantar. Trilha Pai
Inácio – Morrão ou Monte Tabor – Lençóis
– esta trilha pode ser feita em um dia tranqüilamente, para
aqueles que caminham bem e têm boa noção de trilhas.
Caso não seja o seu caso, contrate um guia, pois os caminhos
podem enganar, já que são pouco trilhados e acabam não
passando de trilha de gado. Pegue um caminho que sai mais ou menos à
esquerda do posto de gasolina que está na BR-242, ao pé
do Pai Inácio, e siga em direção ao Morrão,
que ficará visível, te guiando, boa parte da trilha. Lembre-se
que este vale é cortado por alguns rios e riachos e a vegetação
é densa e fechada perto da água. Procure andar perto do
pé da serra, tanto faz se à esquerda ou à direita.
Ao passar pelo Morrão, caia um pouco para a esquerda, seguindo
um vale que logo se formará e que te levará para Lençóis
– a trilha é muito boa e, se não for o caso, procure
melhor! Você deve ter saído dela... Se cair para a direita,
seguirá para Capão – outra opção desta
belíssima e não muito freqüentada trilha. São
cerca de 26 km. A vista, quando se chega em Lençóis, também
é muito bonita. Aproveite para tomar um banho no Serrano antes
de descer para a cidade, já que está no caminho... Gruta da Lapa Doce – é considerada a terceira maior do Brasil, com 24 km de extensão mapeados. Apenas um km é mostrado ao visitante. É necessário o acompanhamento de um guia e paga-se uma taxa de entrada. Fica na BA-122, que está mais ou menos a 20 km do Pai Inácio, seguindo pela BR-242. Anda-se 12 km até Nova Parada de Santa Rita. Placas indicam a gruta à esquerda e a Pratinha à direita. Ande um quilômetro em uma estrada de terra até uma bifurcação. Dobre à direita e ande mais um quilômetro. Placas indicam o caminho. Gruta da Pratinha – ela está do outro lado da Lapa Doce. Apenas atravesse o asfalto e ande sete quilômetros de estrada de terra, passando pela vila Lagoa de Santa Rita, até a Fazenda da Pratinha. A água sai da gruta e deságua em um rio cristalino azul clarinho, cheio de peixes (Rio Santo Antônio). Um verdadeiro oásis no meio do sertão. É bonito, mas o entorno está já bastante mexido pela mão do homem, com restaurante, banheiros e vestiários, escadarias etc. Aliás, é o mesmo caso das grutas anteriores, mas a beleza natural ainda impressiona. Paga-se para tomar banho na lagoa da Pratinha e outra taxa se quiser mergulhar na gruta, acompanhado de um guia (obrigatório). Esta taxa para o mergulho inclui o aluguel das máscaras, pé de pato, colete etc. Se fizer o mergulho, apanhe um pouco da ‘areia' do fundo da gruta que, na verdade, são pequenos búzios, de origem ainda desconhecida. Gruta Azul – esta pequena gruta fica pertinho do estacionamento da Pratinha. Não é permitido tomar banho. A luz do sol batendo na água deixa tudo azul-esverdeado e é muito bonito. Sugestão
de passeios em uma semana (todos os dias são longos. Esteja preparado
fisicamente): Caminhadas
longas: Cachoeira da Fumaça por baixo – são três dias de caminhada (ida e volta) e se vê a cachoeira por baixo da queda, dentro do vale. Dois caminhos podem ser usados: Pela Serra do Veneno (exige o uso de um guia) ou seguindo o rio Capivara (apesar de ser mais longa, não exige o guia. Mas exige a presença de pessoas experientes em caminhar por ambientes naturais). Cachoeira da Fumaça (por baixo) – Topo da cachoeira – são apenas 4 km de uma dura escalaminhada, sugerida apenas aos mais experientes e com alguma prática em técnicas verticais (escalada). Duração: cerca de 2 hs. Mas, lembre-se, para chegar aqui é preciso caminhar pelo menos 20 km! Capão – Paty – Mucugê – Igatú – Andaraí – saindo de Capão, são quatro dias caminhando quase o tempo todo pelos campos abertos dos gerais (em muitos trechos a trilha sumiu e a presença de um guia é altamente recomendável). Pode ser feito apenas parte dele. Informe-se com os guias locais... Lençóis – Capão, passando pela Cachoeira da Fumaça por cima – são 25 quilômetros e podem ser feitos em um longo dia (cerca de oito horas). Ou em dois dias curtos, aproveitando uma noite no coração da Serra do Sincorá. Pai Inácio – Lençóis – pode ser feito também no sentido inverso mas, aí, será serra acima... Pegue a BR 242 em direção ao Pai Inácio. Treze quilômetros depois da entrada para Lençóis terá uma ponte e, cerca de um quilômetro depois, uma forte curva para a direita. Na margem tem uma cerca de proteção. A trilha começa logo depois dessa cerca (no lado esquerdo da rodovia). É recomendável um guia pois, apesar de ser fácil de seguir a antiga estrada, alguns trechos podem confundir. São 14 quilômetros (cerca de seis horas). Andaraí – Paty – Cachoeirão – cerca de 32 km (ida e volta), que sugerimos fazer em três dias, com guias. Pode-se acampar ou dormir na casa do Sr. Eduardo (que mora no Vale do Paty). Mucugê – Paty de Cima (via Gerais do Rio Preto) – 26 km de um percurso difícil, que pode durar mais de 10 hs. Necessário um guia. Cuidados:
Cuidados
especiais com as grutas!: Como chegar:
Onde ficar: Pousadas
Hotéis
Algumas
agências: Existem inúmeras outras no centro da cidade de Lençóis. Elas ficam abertas até tarde (algumas, até 22hs). Compare os preços e as saídas nos dias que você estiver na cidade... Mapas e
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